domingo, 28 de Dezembro de 2008

Coincidências

Adoro histórias de coincidências. Há quem diga que não existem. Porque não? Quando penso nisso, não me recordo, na minha vida, de acontecimentos relacionados entre si com algum significado e que eu identifique como coincidências importantes, ou pelo menos dignas de eu me lembrar delas...
Por algum motivo, este tema chamou-me a atenção há uns dias, como se aguardasse alguma coisa.
Vou ficar alerta, a observar, à espera, e prometo relatar os resultados neste blogue.

quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Efeito mola

A minha memória é fraca. Há poucos dias ouvi um comentário, mas não me recordo onde, de quem nem associo a qualquer imagem visual. Apenas me entrou pelo ouvido delicadamente e em vez de ficar arrumado no sotão, como as demais informações que não se destacam, já pela terceira vez me volta à consciência. Como não sei o início nem o fim, vou transmitir, o melhor que me for possível, a ideia:
" O bom de chegarmos ao fundo do poço, é o facto de este ter uma mola. Quando lá batemos, o caminho para cima faz-se mais rapidamente do que poderíamos esperar".
Se isto não é um dado relevante para os mistérios da vida, é pelo menos bastante encorajador. Faz com que não pareça assim tão mau bater no fundo.
Eu nunca bati no fundo, pois sou daquela raça que se agarra desesperadamente às paredes à procura de buracos para subir. Vejo muitos parados a chorar pelo caminho que nos roubam tempo e energia. Estes "molas" que passam a "voar" são bem mais interessantes.

terça-feira, 15 de Julho de 2008

Casa dos 30 e os segredos da vida

Há uma altura em que começamos a sentir o tic tac da contagem decrescente. Aos 30? É muito cedo...mas é quando percebemos o que aquilo realmente significa.
Mas também é verdade que muito daquilo que ansiamos se torna realidade: aos poucos começamos a entender o mundo, não como um todo, mas como o decifrar de pedaços de um código. Muita coisa começa a fazer sentido, até aquela que tanto nos atormentava há 20 anos atrás: "mas quem sou eu?". Sim, é verdade, há resposta para esta pergunta e sabe muito bem sabê-la! Não acordamos um dia de manhã e faz-se luz de repente, não. Vamos descobrindo, vamos encaixando as peças do puzzle e de vez em quando é mais uma luzinha que se acende.
A partir daqui só posso falar na minha experiência. A confiança pessoal com o tempo vai crescendo. O que faço, o que digo ou o que penso, é ponderado, dentro do possível, mas cada vez menos me preocupa que opinião os outros têm. Às vezes até dá um certo gozo sabermos que dizem certas coisas de nós, apesar de não serem (totalmente) verdade alguns "atributos" conferem-nos algum poder: fria, interesseira, má, egoísta, antipática, snob, prepotente... ou então sou eu que aprendi DEMAIS a ver o lado bom das coisas.
Conclusão: aos 30 já tivemos a oportunidade de acumular bastantes experiências e temos mais de 30 anos de acesso a um infinito de informação, que selecionamos, processamos e arquivamos. A forma como utilizamos ou desperdiçamos esta informação é da nossa inteira responsabilidade. Quem não sentir este "poder" na alma, ou anda distraído ou então não se esforça o suficiente.

terça-feira, 8 de Julho de 2008

Estreia

Tudo o que fazemos tem uma consequência. Por isso é que mudo muito, cada coisa nova que experimento pode abrir-me o caminho na direcção certa. Contínuo a sonhar e andar com a cabeça nas nuvens. O que resta não é alternativa. Houve quem dissesse "A depressão é a raiva e a revolta, mas sem o entusiasmo", então antes a revolta e o desconforto que perder o entusiasmo.
E com estas inicio o meu blog.